Ultimas Palavras de um Homem de Deus






Aos 18 de Fevereiro de 1546, aproximadamente ás 2:45hs da madrugada, falecia o Reformador Martinho Lutero, nos deixando suas ultimas palavras escritas (as quais seguem abaixo), que nós Filhos da Reforma possamos aprender com aquele que foi usado pelo Amado, para nos trazer de volta a Palavra.









"Ninguém pode compreender Virgílio nas suas Bucólicas e Geórgicas a não ser que primeiro tenha sido pastor ou lavrador por 5 anos.


Ninguém compreende Cícero nas suas cartas a não ser que tenha se envolvido com negócios públicos de alguma importância por 20 anos.


Que ninguém suponha que já saboreou as Escrituras suficientemente a não ser que tenha governado sobre as igrejas por 100 anos com os profetas. Portanto, existe algo maravilhoso, primeiro, sobre João Batista; segundo, sobre Cristo; terceiro sobre os apóstolos. Não toquem com a sua mão nessa divina Eneida, mas se prostrem diante dos seus vestígios, em adoração.


Nós somos mendigos. Esta é a verdade."

Programação religiosa ocupa por semana 140 horas das TVs


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As igrejas, sobretudo as evangélicas, ocupam por semana 140 horas dos canais de TVs de sinal aberto, de acordo com levantamento feito pela Folha.com na grade de programação das emissoras.
Quem mais vende horário para as igrejas é a Rede TV!, com 46 horas semanais, o que corresponde a 27% de sua programação.
Com 32 horas, a TV Record, ligada à Igreja Universal, está em segundo lugar. Em seguida vêm a Band (31 horas), Gazeta (26 horas), Cultura de São Paulo (1 hora) e Globo (50 minutos).
SBT é a única rede nacional que não tem programa religioso, mas não se sabe até quanto, porque ela tem sido fortemente assediada pela Igreja Mundial, Igreja da Graça de Deus e Universal.
Pela legislação, as emissoras de TVs, por ser concessão pública, não podem vender para a publicidade mais que 25% do total do seu horário. Mas a Rede TV! não tem sido penalizada porque os programas religiosos não são considerados como publicidade, embora os pastores anunciem produtos e livros, além de pedir dízimo.
A Globo e a Cultura, que transmitem missa, não cobram nada, mas elas não concedem horário a outras religiões, privilegiando apenas a Igreja Católica.
No caso da TV Cultura, a falta de isonomia chama mais atenção porque se trata de uma emissora fortemente subsidiada pelo governo de São Paulo. A rigor, ela não poderia ter nenhum horário religioso porque o Estado é laico, conforme determina a Constituição.
Em recente artigo, o jornalista Eugênio Bucci disse que em um Estado laico as emissoras — públicas ou privadas — não deveriam ter esse tipo programação, por interesses financeiros ou de credo, para não constranger “a liberdade religiosa dos cidadãos”.

FONTE:  (Folha.com e Paulopes)

A que ponto chegamos até demonio entra na briga Macedo x Santiago