Desigrejados consomem mais livros evangélicos

Fonte:  Genizah


Recente pesquisa ad hoc sobre hábitos de leitura encomendada ao BEPEC por proeminente editora brasileira oferece dados inéditos sobre evangélicos sem vinculo institucional.


J. Bertonne







Segundo a pesquisa, os desigrejados são o grupo de evangélicos que declararam comprar mais livros por ano, adquirindo quase 45% mais livros por ano do que a média dos evangélicos com vínculo denominacional.

Já em relação ao tipo de envolvimento com a igreja, os pastores são o grupo de respondentes  apresentando a maior média de livros comprados por ano, mas ainda um pouco abaixo da média dos evangélicos "sem vínculo".
Os desigrejados são também o grupo com a maior média de participação em eventos não denominacionais, tais como: congressos, encontros, jornadas, seminários, etc.

Segundo o diretor do BEPEC, Danilo Fernandes, estas observações revelam o interesse deste grupo na manutenção de vínculos de comunhão, ainda que alternativos: “Está claríssimo que o desigrejado se mantem no alvo e busca conhecimento da Palavra. Seja qual for a razão que o afastou da comunhão tradicional, “decepção” com líderes e/ou doutrinas, ou qualquer outra razão, o desigrejado é um interessado pelo conhecimento das Escrituras e o aprimoramento teológico, o que é bem mais do que se pode dizer da maioria”, alfineta Fernandes.

A seguir, alguns highlights da pesquisa: 


  • O tempo médio de Evangelho (conversão) do desigrejado é de 5,6 anos – não são novos na fé, portanto.
  • 63% dos respondentes declarou que voltaria a ter comunhão, caso encontrasse uma comunidade saudável – segundo a sua percepção – e que não apresentasse os vícios e as malversações que os afastaram da comunhão.
  • 62% são egressos de denominações neopentecostais com teologia atrelada à confissão positiva.
  • 5.3% afirmam que foram em algum momento “disciplinados”. Destes, 72% informam que isto se ocorreu na ultima instituição em que estiveram vinculados.
  • 29% informa não pretender vinculo com outra igreja novamente. 62% declara acreditar na possibilidade de um novo vinculo e 9% não sabem (ou não quiseram responder).
  • 29% do total de desigrejados informa estar mais propenso a vir participar do movimento de igrejas em casa ou de algum tipo de comunidade alternativa.
  • 33% informa estar mais propenso a se vincular a outra comunidade tradicional.
  • 12% dos respondentes declarou visitar outras comunidades ocasionalmente em busca de um local para congregar.
A pesquisa foi realizada por meios digitais utilizando a mesma ferramenta - AKNA SURVEY - em uso pelo IBOPE e outras grandes empresas. A investigação fez uso do cadastro do BEPEC com 1,8 milhão de evangélicos cadastrados. A metodologia empregou amostragem estratificada proporcional, segundo a participação dos grandes grupos da população evangélica na população brasileira (pentecostais, reformados e tradicionais e neopentecostais). Os respondentes totalizaram 1062 por grupo.

Sendo uma pesquisa ad hoc, os dados completos não estão disponíveis para o público. A divulgação deste resumo foi autorizada pelo contratante para a apresentação, em primeira mão, no evento global do Tribal Generation 2012 pelo diretor do BEPEC, Danilo Fernandes.

Vivendo e Vencendo as Crises



Texto Base: IICr 32.1-23
Introdução
Ezequias, do hebraico חִזְקִיָּהוּ, significa, em português "Jeová Fortalece".
O rei Ezequias foi o 13º Rei de Judá.
É considerado um dos maiores reis de Judá por causa da sua confiança em Deus e sua dependência d'Ele. Ezequias, que seguiu o exemplo do seu brilhante antepassado, o Rei Davi, teria começado a reinar com 25 anos de idade e governou por 29 anos, a partir de 715 a.C.
Sua mãe chamava-se Abi, filha de Zacarias.
Ezequias era um homem de muita fé. Guardava os mandamentos da lei mosaica e exortava o povo a desviar-se do pecado e se aproximar de para Deus.
Resquícios do muro construído em Jerusalém por Ezequias, como proteção ao ataque de Senaqueribe.
No início do seu reinado, Ezequias reparou e purificou o templo. Reintegrou os sacerdotes e levitas ao seu ministério, e restaurou a celebração da Páscoa (II Crônicas 29:3 e 30:5). Além disso, combateu a idolatria em Judá proibindo o culto aos deuses pagãos, determinando também que fosse destruída a serpente de bronze construída na época de Moisés, pois o povo estava adorando-a. E, devido à sua obediência, a Bíblia relata que Deus trouxe paz ao seu reino enquanto cuidou do templo providenciou a adoração adequada.

    A)Vs. 01  -  Crise Anunciada
Desejos de Senaqueribe ou da Crise
1.     Acampara próximo as Cidades Fortes
2.     Tomar para si
    B) Vs. 02-06  -  Preparativos para enfrentar a Crise
,Todos viveremos ataques ou crises a diferença é comol reagimos a isso, Ezequias vendo a iminência do ataque se preparou.
Preparativos de Ezequias
1.     Aconselhou-se com os Príncipes e varões da cidade pedindo auxilio
2.     Tapou as Fontes de água que estavam fora da Cidade
3.     Edificou todo o Muro quebrado até as Torres
4.     Construiu um outro muro por fora
5.     Fortificou a Milo na Cidade de Davi
6.     Fez Armas e Escudos em Abundância
7.     Pôs Oficiais de Guerra Sobre o Povo
    C) Vs. 07-08  -  Confiança no socorro de Deus
A confiança de Ezequias era tão grande  que ele pode reunir seu povo e anima-los: “Esforçai-vos e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque há um maior conosco do que com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o SENHOR, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá.”
    D)                       Vs. 09-19  -  A Afronta do Inimigo
Note que ao todo são 23 versículos que compõem esta seção, destes 11 são destinas dos aos ataque, afrontas  e desqualificações que nos são lançadas.
    E)  Vs. 20  -  O Momento da Oração
Veja que oração é simples e singela, mas uma palavra que nos mostra que mesmo simples ela foi profunda CLAMOR.
1.     Gritar {Gn 4.10}.
2.     Implorar {Sl 130.1}.
3.     Exigir {Is 59.4}.
    F)  Vs. 21-23  -  A Ação de Deus e Seus Resultados
Quando confiamos em Deus e fazemos o que nos compete, Ele mesmo se coloca ao nosso lado para realizar o que para nós é impossível.
As Realizações de Deus em prol a Ezequias e Seu Povo:
1.     Matou todos os homens valente da Assíria
2.     Envergonhou o Rei da Assíria diante dos povos
3.     Matou o Rei da Assíria através de seu próprio povo

Por Quê Igrejas Presbiterianas pelo Mundo estão Aceitando Pastores Homossexuais?


Duas denominações presbiterianas acabam de decidir no plenário de suas Assembléias Gerais que homossexuais praticantes podem ser pastores nas igrejas delas.

A primeira foi a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América (PCUSA). Veja a notícia aqui:

Igreja Presbiteriana dos EUA  permite ministros homossexuais

E ontem, foi a vez da Igreja Presbiteriana da Escócia. Veja a notícia aqui:

Church of Scotland votes on gay ministers


Estas resoluções foram tomadas depois de muitos anos de conflitos internos e discussões teológicas. E em ambas as igrejas, o voto passou com uma maioria apertada. Os pastores, presbíteros, diáconos e membros destas denominações que discordam da decisão, e que por muito tempo lutaram para que ela não fosse aprovada, enfrentam agora o dilema de saber qual é a coisa correta a fazer. Com certeza, muitos sairão para outras denominações ou para formar novas igrejas; outros, ainda, permanecerão na esperança de que um dia as coisas mudem.

A pergunta que não quer calar é como igrejas de origem reformada, que um dia aceitaram as confissões de fé históricas e adotaram os lemas da Reforma, especialmente o Sola Scriptura, chegaram a este ponto? Em minha opinião, o que está acontecendo hoje é o resultado lógico e final da conjunção de três fatores: a teologia liberal que foi aceita por estas igrejas, a conseqüente rejeição da autoridade infalível da Bíblia e a adoção dos rumos da sociedade moderna como norma.

O processo pelo qual estas denominações passaram, uma na Europa e outra nos Estados Unidos, é similar. As etapas vencidas são as mesmas. Primeiro, em algum momento de sua história, em meados dos séculos XIX, o método crítico de interpretação da Bíblia passou a ser o método dominante nos seminários e universidades teológicas destas denominações. Boa parte dos pastores formados nestas instituições saíram delas convencidos que a Bíblia contém erros de toda sorte e que reflete, em tudo, o vezo cultural de sua época. Para eles, os relatos bíblicos dos milagres são um reflexo da fé dos judeus e dos primeiros cristãos expresso em linguagem mitológica e lendária (veja aqui um post sobre liberalismo teológico).

Segundo, uma vez que a Bíblia não poderia ser mais considerada como o referencial absoluto em matérias de fé e prática, devido ao seu condicionamento às culturas orientais antigas e patriarcais, estas denominações aos poucos foram adotando as mudanças culturais e a direção da sociedade moderna como referência para suas práticas.

Terceiro, com a erosão da autoridade bíblica e o estabelecimento da cultura moderna como referencial, não tardou para que estas igrejas rejeitassem o ensinamento bíblico de que somente homens cristãos qualificados deveriam exercer a liderança nas igrejas e passaram a ordenar mulheres como pastoras e presbíteras. As passagens bíblicas que impõem restrições ao exercício da autoridade por parte da mulher nas igrejas foram consideradas como sendo a visão patriarcal dos autores bíblicos, e que não cabia mais na sociedade moderna (veja aqui uma matéria deste blog sobre ordenação feminina).

O passo seguinte foi usar o mesmo argumento quanto ao homossexualismo: as passagens bíblicas que tratam as relações homossexuais como desvio do padrão de Deus e, portanto, pecado, foram igualmente rejeitadas como sendo fruto do pensamento retrógrado, machista e preconceituoso dos autores da Bíblia, seguindo a tendência das culturas em que viviam. A igreja cristã moderna, de acordo com este pensamento, vive num novo tempo, onde o homossexualismo é comum e aceito pelas sociedades, inclusive com a aprovação do Estado para a união homossexual e benefícios decorrentes dela.

E o resultado não poderia ser outro. O único obstáculo para que uma igreja que se diz cristã aceite o homossexualismo como uma prática normal é o conceito de que a Bíblia é a Palavra de Deus, inerrante e infalível única regra de fé e prática para o povo de Deus. Uma vez que esta barreira foi derrubada - e a marreta usada para isto sempre é o método crítico e o liberalismo teológico - não há realmente mais limites que sejam defensáveis. Pois mesmo os argumentos não teológicos, como a não procriação em uniões homossexuais e a anormalidade anatômica e fisiológica da sodomia, acabam se mostrando ineficazes diante do relativismo da cultura moderna. E as igrejas que abandonaram a autoridade infalível da Palavra de Deus acabam capitulando aos argumentos culturais.

Nem todos os que adotam o método crítico são favoráveis ao homossexualismo. E nem todos liberais são a favor da homossexualidade. Mas espero que as decisões destas duas igrejas, que têm em comum a adoção deste método e a aceitação do liberalismo teológico, sirvam como reflexão para os que se sentem encantados com o apelo ao academicismo e intelectualismo da hermenêutica e da teologia liberais.

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Gays e Lésbicas praticantes agora podem ser ministros do Evangelho na Igrejas Luterana Americana